Tempo seco e queimadas aumentam a ocorrência de doenças oculares
16 de setembro de 2020 168 Visualizações

Tempo seco e queimadas aumentam a ocorrência de doenças oculares

A combinação de baixa umidade do ar e fumaça proveniente de queimadas, deixa os olhos mais suscetível a doenças

A fumaça das queimadas, que tem tomado conta da paisagem da nossa região, somada à baixa umidade relativa do ar e as altas temperaturas, aumentou consideravelmente a ocorrência de doenças oculares. O alerta é da médica Dra. Thaís Shiota Tanaka Chela, oftalmologista do Hospital do Olho de Rio Preto – HORP.

De acordo com a oftalmologista, o clima seco, comum nesse período do ano, resulta na menor lubrificação dos olhos, o que normalmente já gera um aumento significativo no número de pacientes que chegam aos consultórios com alergias oculares e sintomas da síndrome do olho seco, que são coceira, olhos vermelhos, lacrimejamento, queimação, fotofobia e visão borrada.

Com o agravante dos poluentes e a fuligem emitidos pelas queimadas, as ocorrências de doenças oculares se intensificam. “A combinação de tempo seco e fumaça de queimadas, deixa os olhos mais suscetíveis a doenças como conjuntivite tóxica, ceratites, infecções e processos alérgicos que podem até levar a cegueira” alerta a especialista.

Geralmente, os mais afetados são os idosos, usuários de lentes de contato, pessoas quem trabalha em frente ao computador e aquelas que trabalham ao ar livre, ficando mais expostas aos poluentes.

A médica ressalta que os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas, de forma geral, os principais são:  irritação, sensação de areia nos olhos, secreção, vermelhidão, lacrimejamento excessivo, inchaço das pálpebras e ardência.

Para reduzir as consequências do clima seco e a poluição das queimadas, medidas simples podem atenuar os efeitos adversos nos olhos. A oftalmologista recomenda beber bastante água para manter o corpo hidratado, arejar bem os ambientes abrindo janelas e usar um umidificador de ar, evitar coçar os olhos e procurar um especialista para que seja feita a prescrição correta de um colírio lubrificante ocular.

 

Fonte: oftalmologista Thaís Shiota Tanaka Chela, do Hospital do Olho de Rio Preto – HORP

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