REGIÃO: Servidora é exonerada após denúncia de crianças dopadas com tranquilizantes em creche
15 de outubro de 2019 369 Visualizações

REGIÃO: Servidora é exonerada após denúncia de crianças dopadas com tranquilizantes em creche

Decisão foi publicada nesta terça-feira (15), no Diário Oficial do município de Votuporanga (SP). Polícia Civil e Ministério Público seguem investigando denúncias.

Uma educadora infantil que trabalhava na creche Valter Peresi de Votuporanga (SP), onde mães denunciaram que os filhos estariam sendo dopados com tranquilizantes, foi exonerada do cargo pela prefeitura. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município nesta terça-feira (15).

Para fundamentar a exoneração, a publicação explica que a decisão foi tomada “considerando que através de toda prova produzida, notadamente as oitivas das testemunhas, depoimento pessoal da processada e a documentação acostada ao processo, restou comprovado o cometimento de falta funcional de natureza grave”.

O caso veio à tona em abril deste ano, depois que Keli Nascimento Antoniolo foi à polícia denunciar que o filho dela, na época com apenas 11 meses, saiu desacordado da creche.

Como o menino não acordava, Keli o levou até a Santa Casa de Votuporanga, onde ele foi submetido a exames toxicológicos, que identificaram no organismo dele a presença do medicamento clonazepam, um tranquilizante.

Após ela prestar queixa, Fernanda da Silva Oliveira e outras mães também procuraram a Delegacia da Defesa da Mulher (DDM) para registrar queixa contra a unidade de ensino e relatar que perceberam sintomas parecidos nos filhos, que também frequentavam o local.

De acordo com Fernanda, ela deixou o filho por cerca de 30 dias na creche e a criança teria passado mal por duas vezes.

Em uma das vezes, a mãe foi buscar o filho depois de deixá-lo uma hora e meia na creche e o encontrou dormindo, praticamente desmaiado.

Fernanda também conta que foi para a Santa Casa de Votuporanga, onde a criança passou por exames, mas o resultado não apontou nenhum consumo de remédios.

Depois que as mães fizeram a denúncia, a Polícia Civil e o Ministério Público abriram inquérito e seguem investigando o caso. A prefeitura também abriu uma sindicância para apurar a denúncia e, em junho deste ano, cinco funcionárias da creche foram afastadas até a investigação terminar.

Fonte: G1

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